Estava sentado em mais uma taverna de uma vila qualquer, jogando seu charme em duas das prostitutas, quando alguém grita algo que o chama atenção. “Desculpe-me senhoras, mas a minha carona chegou”. Levanta-se, fazendo uma pequena mesura e deixando uma moeda, a qual roubara discretamente de uma das moças, no balcão para pagar a bebida. Com certeza aquelas vadias pegarão meu dinheiro e fingirão que sai sem pagar, pensa, mas não se importa, afinal, o dinheiro não era realmente seu. Dirige-se para fora da taverna e logo tem uma visão que faz seu coração saltitar de excitação e um arrepio correr seu corpo. Um navio. Um navio com velas negras. Aí esta minha carona.