<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>Estava sentado em mais uma taverna de uma vila qualquer, jogando seu charme em duas das prostitutas, quando alguém grita algo que o chama atenção. “Desculpe-me senhoras, mas a minha carona chegou”. Levanta-se, fazendo uma pequena mesura e deixando uma moeda, a qual roubara discretamente de uma das moças, no balcão para pagar a bebida. Com certeza aquelas vadias pegarão meu dinheiro e fingirão que sai sem pagar, pensa, mas não se importa, afinal, o dinheiro não era realmente seu. Dirige-se para fora da taverna e logo tem uma visão que faz seu coração saltitar de excitação e um arrepio correr seu corpo. Um navio. Um navio com velas negras. Aí esta minha carona.</description><title>do not trust a pirate</title><generator>Tumblr (3.0; @henryscarr)</generator><link>http://henryscarr.tumblr.com/</link><item><title>Take me out {lenry}</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://lopie-lefevre.tumblr.com/post/24505280149/take-me-out-lenry"&gt;lopie-lefevre&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Fazia mais de uma hora que Penélope estava naquela taverna. Ela estava cansada de ficar no navio servindo de babá aos marujos novos, ensinando como içar a vela, como fazer nós decentes e como usar uma espada. Agora, que tipo de capitão deixa marujos tão inexperientes entrarem em sua tripulação? Se não arranjassem piratas novos e que conheciam pelo menos o básico de velejar, Katherine Voncova ficaria para sempre com o posto de melhor e maior tripulação. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lopie pediu uma garrafa de cerveja e bebeu direto da garrafa, não era algo que uma dama faria, mas desde quando ela era uma dama? Nem mesmo quando era uma mera camponesa ela se comportava como uma. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Levou a garrafa a sua boca novamente e bebeu o álcool enquanto passeava com os olhos pelo local. Gritaria, brigas, dança, bebedeira, música e muitos piratas. Observou cada pirata que estava lá, até o olhar cair em cima de um homem sentado perto do bar, bebia conhaque e parecia estar fazendo o mesmo que ela, observando as pessoas ali. Era lindo. Os cabelos negros faziam contraste com a pele pálida, porém não conseguia enxergar os olhos devido os fios de cabelo os quais cobriam parte do rosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o olhar perdido no homem, Penélope nem percebeu que ele aproximava-se. Com a aproximação, ela pode ver a cor dos seus olhos. Era de um preto tão profundo que dava a impressão de que se você olhasse muito, iria se afogar neles. Lopie pensou um pouco sobre o convite que ele acabara de fazer. Uma bebida não faria mal a ninguém e mesmo se fizesse, quem se importa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Claro. Por que não? - Respondeu, fazendo um gesto com a mão, pedindo para ele sentar na mesa junto á ela. - E eu posso saber o seu nome?&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Henry sentou-se ao lado da mulher e deu de ombros quando ela perguntou seu nome. - Só se eu puder saber o seu. - Respondeu, com um ligeiro sorriso no rosto. Pediu à garçonete que lhes trouxessem duas bebidas, deixando-as sobre a escolha de sua companhia. O ambiente estava cada vez mais barulhento, a medida que os piratas chegavam. O cheiro de bebida misturava-se com o cheiro do mar, enquanto bêbados cantavam e dançavam, brigavam e discutiam. Misturados no salão, viam-se alguns camponeses e prostitutas. Henry não deu a minima, apenas esperando a garçonete retornar. Foi quando notou um homem bêbado aproximando-se. Não sabia o que ele iria fazer, porém decidiu que ficaria atento.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24584171370</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24584171370</guid><pubDate>Wed, 06 Jun 2012 22:41:00 -0400</pubDate></item><item><title>Flashback {hamy}</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://amy-pirate-pond.tumblr.com/post/24508500939/flashback-hamy"&gt;amy-pirate-pond&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu estava estupefata. Um menino, em meus aposentos e eu estava vestida daquela forma. Eu não conseguia assimilar tanta informação para uma mente como a minha.Notei pelo rosto dele e pela respiração ofegante, estaria fugindo de algo? Uma menina de classe social como a minha gritaria mas, eu não ligava para nada, não era como meus pais adotivos.Eu falei -Sou Amy.Amy Pond.- e fitei o menino por algum tempo, vi que ele estava cansado e eu tinha um copo com água e vi que ele estava precisando.Mas, apos aquele ”presente” que dei a ele, não sabia o que fazer, apenas falei -Desculpe, eu não lhe conheço muito bem, mas vejo que sua respiração ainda esta ofegante, pode passar a noite aqui, mas terá de ser aqui, pois se meus pais souberem…- Eu nunca sequer tinha falado com um menino, meus pais não deixavam, eu era muito sozinha mal tinha amigos.Peguei um lençol e um travesseiro e falei a ele que dormiria no sofá, se ele quisesse.E antes que ele se deitasse eu falei -Se importaria de contar sua historia?- E abri um leve sorriso, com a esperança de construir uma amizade.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Henry agarrou o copo de água que a desconhecida oferecera-lhe e virou-o de uma vez só, sentindo o liquido gelado descer por sua garganta, saciando sua sede. Levantou-se, então. - Não posso passar a noite aqui. - Disse, dando de ombros. - Mas obrigado pela água. O que acontece é que tenho assuntos na vila para tratar. - Tornou a dar de ombros. Talvez os assuntos pudessem esperar. Não sabia ao certo se achava seguro ficar ali, com uma menina desconhecida e rica, em sua casa. Decidiu, então, que partiria assim que ela adormecesse. Pegou o travesseiro que lhe oferecia e deitou no pequeno sofá do aposento. A ruiva perguntou-lhe se podia contar uma história, um sorriso pairava em seu rosto. Henry apenas deu de ombros e tornou a levantar-se, fechando a porta de vidro da sacada, que outrora deixara aberta, e voltou-se a se sentar. - Não conheço nenhuma boa história. - Arqueou as sobrancelhas. - E creio que você já está bem grande para ouvir uma, não acha? - Scarr, na verdade, sempre odiara histórias. Deu de ombros. - Ainda não me disse seu nome. - Ele soltou um meio sorriso.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24582629132</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24582629132</guid><pubDate>Wed, 06 Jun 2012 22:20:18 -0400</pubDate><category>hamy</category></item><item><title>Flashback {hamy}</title><description>&lt;p&gt;Henry corria quando parou em um beco escuro, no final de uma ruela. O peito subia e descia rapidamente, conforme sua respiração. Ele estava alerta e em fuga. Apoiou as costas contra a parede e colocou as mãos sobre os joelhos, dando uma pausa para retomar o fôlego. &amp;#8220;Scarr, você já deve dias melhores.&amp;#8221; pensou consigo mesmo, amaldiçoando-se. Espiou a ruela, atrevendo-se a colocar o pé novamente na rua. Não estava com medo, apenas apreensivo. Ou isso dizia pra si mesmo. Passou as mãos pelos cabelos e bagunçou-os. Deu um suspiro e voltou a descer a ruela, dessa vez um passo rápido, sem correr. Conseguiu atravessar algumas ruas quando tornou a escutar pelo homem que chamava enfurecidamente seu nome. Ele estava mais próximo e havia avistado Henry. O pirata voltou a correr o mais rápido que podia, porém não era o suficiente. Viu o grandalhão aproximar-se e esbravejar contra ele. Gritava que queria o dinheiro de volta, dinheiro que o ladrão Scarr havia roubado. Henry correu ainda mais e mais e mais, até o final da rua. Foi então que viu-se sem saída.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fim da rua era uma casa com grandes portões de ferro e muros construídos com blocos de pedra maciça. O pirata não pensou duas vezes ao agarrar as barras e pular para dentro da propriedade, sem nem mesmo olhar para trás. A moradia tinha dois andares e era luxuosa, digna de alguém muito rico. Henry escalou uma parede até chegar a sacada do segundo andar. Pulou-a num piscar de olhos e checou se a porta de vidro estava aberta. Empurrou-a de leve e esta abriu, produzindo um estalido. Entrou, então, no quarto da desconhecida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A luz da vela queimava leve na cabeceira da cama, deixando o ar com odor adocicado de lavanda. Henry sentou-se sobre uma cadeira e retomou o fôlego, escutando os gritos que cessavam ao lado de fora da casa. Seu corpo estava cansado e rijo, os braços doíam, assim como as pernas. Estava exausto. Levantou os olhos para cama. Foi quando a viu. Uma menina de cabelos um tanto desgrenhados, usando uma camisola e olhando-o com os olhos arregalados. Henry levantou-se em um pulo e tampou seus lábios com a mão antes que ela gritasse. - Shhh, não. - Ele disse, fitando seus olhos. A luz da vela bruxuleava na parede, deixando o ambiente ainda mais assustador. - Não grite, eu não vim te fazer mal. - Ele disse. Não podia ser pego. A menina não podia gritar. Ele encarou-a firmemente e perguntou: - Prometa para mim que não vai gritar? Prometa e eu deixarei que você fale. - A menina, com os olhos ainda arregalados, assentiu. Henry tirou a mão de seu rosto e voltou a sentar-se na cadeira, ainda desconfiado. - Desculpe-me por isso. - Murmurou. - Sou Henry, Henry Scarr.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24504994469</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24504994469</guid><pubDate>Tue, 05 Jun 2012 20:13:00 -0400</pubDate><category>hamy</category><category>TO INSPIRADA HOJE ME DEIXEM SEUS PELEGO!!!!!!</category><category>PELEGAGEM</category></item><item><title>Take me out {lenry}</title><description>&lt;p&gt;A noite fria trazia consigo o sereno. O vento gelado cortava os ossos de Henry enquanto ele caminhava em direção à taverna perto do porto, onde costumavam ficar os piratas. Tinha esperança de arrumar uma tripulação, quem sabe até beber um pouco e comprar uma boa vadia com quem pudesse passar a noite. Amaldiçoou-se, então. Não tinha mais do que algumas moedas no bolso, o que lhe era suficiente apenas para uma bebida. Deu de ombros e seguiu pela rua mal-cheirosa. Parou diante da porta de madeira e empurrou-a. O som da algazarra logo alcançou seus ouvidos, assim como o calor de dentro do local. Não pode evitar um sorriso ao ver todos aqueles piratas juntos, num mesmo bar. Lembrou-se de seu pai, de sua antiga tripulação. Deu de ombros e entrou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolheu um lugar no bar, onde pediu um conhaque e tomou alguns goles. Um par de homens brigavam por uma prostituta num canto da taverna, enquanto outros brindavam por um saque bem sucedido numa ilha vizinha. O ambiente era pouco limpo, porém acolhedor. Sentia-se em casa. Henry deu mais um gole em sua bebida e tornou a observar o bar. Foi quando a viu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sentada, ao fundo do bar, havia uma mulher de cabelos louros. Os olhos azuis, distinguíveis até de longe, encaravam-o. Henry virou o resto de sua bebida e bateu o copo na madeira suja e gasta do balcão. Levantou-se e caminhou até a pirata no fundo do bar, que continuava sentada. Parou diante dela e fez uma leve mesura. - &lt;em&gt;Mademoiselle&lt;/em&gt;. - Disse com um meio sorriso no rosto. A mulher era ainda mais bela de perto. - Aceitaria me acompanhar para uma bebida?&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24495321586</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24495321586</guid><pubDate>Tue, 05 Jun 2012 17:58:13 -0400</pubDate><category>lenry</category></item><item><title>~~ zerando ~~</title><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24441318117</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24441318117</guid><pubDate>Mon, 04 Jun 2012 21:17:43 -0400</pubDate><category>TO COM DÓ DE APAGAR OS POSTS TA</category><category>TO COM DÓ DE ME DESFAZER DO TUMBLR TB</category><category>DIGAM ADEUS AO HENRY</category><category>CHOREI HENRY EU T AMO</category><category>okay parei ta mas ainda to depre</category></item><item><title>Flashback @hamy</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://amy-pirate-pond.tumblr.com/post/24316024183/flashback-hamy"&gt;amy-pirate-pond&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://the-queen-annes-revenge.tumblr.com/post/24315675622/flashback-hamy"&gt;the-queen-annes-revenge&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://amy-pirate-pond.tumblr.com/post/24314059931/eu-estava-naquela-ruela-escondida-e-trocando"&gt;amy-pirate-pond&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu estava naquela ruela escondida e trocando minhas roupas, aquele jovem pirata disse que me encontraria na embarcação. A caminho do pier vi piratas saqueando lojas. Vi alguns pegando em mulheres e um pirata levando acorrentada a minha vizinha. Andei com medo, tremia e vi que dois piratas me olhavam. Se eu quisesse aventuras não poderia ter medo.Mas, por precaução virei em uma outra rua pequena.Peguei no meu chapéu e estava mais tranquila ate que vi um ser humano parado em minha frente.Adquiri novamente aquele olhar de assustada.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Aportáramos num porto qualquer, prontos para o saque. Eu havia descido do navio e roubado algumas das hospedarias quando entrei numa ruela. Deparei-me com uma pirata e fitei-a, intrigado. Ela tremia e parecia um tanto assustada. - Você está bem? - Perguntei-lhe. Não sabia quem era e nunca havia visto-a entre a tripulação, afinal, sem sombra de duvida, lembraria-me de seus cabelos vermelhos. As roupas que usava eram dignas de uma pirata, porém agia como uma camponesa qualquer. - Qual é o seu nome? Você está na tripulação que anda fazendo o saque? - Fitei-lhe de baixo a cima. - Você sequer é uma pirata? - A mulher parecia à espera de alguém, talvez um marujo. Talvez estivesse sendo raptada para dentro de algum navio. Dei de ombros. - Você pode me acompanhar ou ficar aqui, garota. - Passei meus olhos pela ruela vazia que dava no porto. Podia escutar os gritos apavorados de mulheres pela cidade, soltei um sorriso. - Olhe, se quiser posso te levar ao navio. Precisamos de tripulantes. Se deixa-la aqui, sozinha, provavelmente vai acabar perdendo sua cabeça. - Dei um suspiro. - Temos que correr, venha. Logo o saque acaba e temos de partir. - Estique-lhe uma de minhas pálidas mãos. - Diria-lhe para confiar em mim, porém não sou digno. Você vem se quiser, não garantirei-lhe segurança, mas posso afirmar que será morta se continuar aqui. - Soltei um meio sorriso. - Então, o que acha? Vai ou fica?&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Pensei “que menino canalha”.Estendi minha mão acho que ele entendeu como um sim.Era a unica maneira de eu me salvar.Eu não poderia falar uma palavra sequer com ele a não ser que ele me perguntasse algo.Ele era bonito, infelizmente o menino com a aparência de meus sonhos.Eu o observei enquanto andava, era realmente o menino com que sonhava? Mas aquela atitude…rapidamente notei que ele me olhou e virei o rosto.Com vergonha e com muito medo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Chegamos ao navio rapidamente. A mulher parecia amedrontada. Disse-lhe que ficaria tudo bem e que Dunk não se importaria com sua presença no navio. Levei-a a minha cabine e apontei para a segunda cama em meu aposento. Tinha estado ali desde que eu entrara para a tripulação, inabitada. - Você fica ali até arranjarmos um lugar à você amanha. - Disse-lhe. Sentei-me em minha cama e puxei o baú que jazia debaixo dela. Abri-o e despejei o ouro roubado. Levantei e me espreguicei, seguindo em direção ao armário embolorado no qual guardava minhas roupas. Saquei um garrafa de rum e virei-a na boca, sentindo o gosto amargo da bebida. A menina sentara-se sobre a cama em que dormiria aquela noite. Coloquei-me ao seu lado e dei mais um gole na garrafa. Sorri-lhe torto e peguei uma de suas mãos, lascando um beijo. - Sou Henry Scarr, &lt;em&gt;mademoiselle. -&lt;/em&gt; Sentei-me ao seu lado e estendi-lhe o rum. - O que acha de uma bebida?&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24316579731</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24316579731</guid><pubDate>Sun, 03 Jun 2012 02:38:16 -0400</pubDate></item><item><title>Flashback @hamy</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://amy-pirate-pond.tumblr.com/post/24314059931/eu-estava-naquela-ruela-escondida-e-trocando"&gt;amy-pirate-pond&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu estava naquela ruela escondida e trocando minhas roupas, aquele jovem pirata disse que me encontraria na embarcação. A caminho do pier vi piratas saqueando lojas. Vi alguns pegando em mulheres e um pirata levando acorrentada a minha vizinha. Andei com medo, tremia e vi que dois piratas me olhavam. Se eu quisesse aventuras não poderia ter medo.Mas, por precaução virei em uma outra rua pequena.Peguei no meu chapéu e estava mais tranquila ate que vi um ser humano parado em minha frente.Adquiri novamente aquele olhar de assustada.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Aportáramos num porto qualquer, prontos para o saque. Eu havia descido do navio e roubado algumas das hospedarias quando entrei numa ruela. Deparei-me com uma pirata e fitei-a, intrigado. Ela tremia e parecia um tanto assustada. - Você está bem? - Perguntei-lhe. Não sabia quem era e nunca havia visto-a entre a tripulação, afinal, sem sombra de duvida, lembraria-me de seus cabelos vermelhos. As roupas que usava eram dignas de uma pirata, porém agia como uma camponesa qualquer. - Qual é o seu nome? Você está na tripulação que anda fazendo o saque? - Fitei-lhe de baixo a cima. - Você sequer é uma pirata? - A mulher parecia à espera de alguém, talvez um marujo. Talvez estivesse sendo raptada para dentro de algum navio. Dei de ombros. - Você pode me acompanhar ou ficar aqui, garota. - Passei meus olhos pela ruela vazia que dava no porto. Podia escutar os gritos apavorados de mulheres pela cidade, soltei um sorriso. - Olhe, se quiser posso te levar ao navio. Precisamos de tripulantes. Se deixa-la aqui, sozinha, provavelmente vai acabar perdendo sua cabeça. - Dei um suspiro. - Temos que correr, venha. Logo o saque acaba e temos de partir. - Estique-lhe uma de minhas pálidas mãos. - Diria-lhe para confiar em mim, porém não sou digno. Você vem se quiser, não garantirei-lhe segurança, mas posso afirmar que será morta se continuar aqui. - Soltei um meio sorriso. - Então, o que acha? Vai ou fica?&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24315675622</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24315675622</guid><pubDate>Sun, 03 Jun 2012 02:14:00 -0400</pubDate><category>FICOU UMA BOSTA TA ME DEIXA TO MTO MAL</category></item><item><title>Dunk&amp;Henry</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://dunkdonavein.tumblr.com/post/24155458176/dunk-henry"&gt;dunkdonavein&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Pondero por alguns instantes e analiso o rapaz cuidadosamente com o olhar. Não havia vestígios de mentira em seu tom de voz, muito menos em seu olhar que permanecia firme. Mesmo assim, dou um passo a frente e desfiro um tapa em seu rosto. Vejo a agitação da tripulação restante na parte inferior do navio, mas volto um passo para trás. - Eu acredito em você. - Digo, olhando-o meio desdenhoso, observando sua reação. - Mas não pense que eu te perdoei. Era sua obrigação saber desse pequeno &lt;em&gt;detalhe&lt;/em&gt; assim que entrou para a tripulação. Tolero muitas coisas nesse navio, mas não isso. - Me afasto mais um pouco. - Não me dê motivos para me desfazer de você, Henry.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Dunk deu um passo a frente e eu pude prever seu movimento, porém nada fiz para evitar o tapa que seguiu. Uma dor cruzou meu rosto, contudo permaneci imóvel. O gosto metálico do sangue pairava em minha boca, afinal, havia mordido minha língua. Engoli. Pensei, então, o que seria de mim caso ele descobrisse de meu envolvimento com Lopie ou com Tyra, ou até mesmo aquela vez, com Vancova. Senti-me nauseado por minha própria atitude. Decidi que apenas me daria ao luxo de sair com prostitutas. Minha atenção voltou-se para a movimentação na parte inferior e semicerrei os olhos, mordendo o maxilar. Fitei Dunk. - Não vai acontecer novamente. - Endireitei minha postura. - Isso é uma promessa, Capitão. Estou dispensado ou a algo mais que queira tratar comigo?&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24306907028</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24306907028</guid><pubDate>Sat, 02 Jun 2012 23:32:25 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m4zb3sWDpU1rpw188o1_500.png"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24301360941</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24301360941</guid><pubDate>Sat, 02 Jun 2012 22:04:19 -0400</pubDate><category>pics</category></item><item><title>yohobecomepirate:

Henry Scarr l 17 anos l PP: Ezra Miller
Filho...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m4wxhwLJm41rnohmbo1_500.gif"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://yohobecomepirate.tumblr.com/post/24162731069/henry-scarr-l-17-anos-l-pp-ezra-miller-filho-de"&gt;yohobecomepirate&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Henry Scarr l 17 anos l PP: Ezra Miller&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Filho de um pirata e uma prostituta, Henry (também conhecido por Bloodybones, por ser um assassino a sangue frio desde seus 12 anos), foi criado no navio Queen Anne’s Revange (Vingança da Rainha Anne), por seu pai Bartholomew Scarr, o melhor amigo do capitão. Henry nunca conheceu outra vida além da pirata. Orgulha-se de seu pai e de seu nome. Um dia, enquanto trabalhava no navio, Bartholomew o chamou e disse que deveria partir, honrar o nome da família. Deu-lhe um tapa nas costas e mandou-o embora, sem nenhum tostão. Agora Henry precisa honrar seu nome e mostrar ao pai que já virou um homem, mas antes precisa fazer parte de uma tripulação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24246025663</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24246025663</guid><pubDate>Sat, 02 Jun 2012 01:44:04 -0400</pubDate><category>ficha</category></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/tumblr_m3u4apLYbD1r8s9rlo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24150835785</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24150835785</guid><pubDate>Thu, 31 May 2012 17:43:16 -0400</pubDate><category>pics</category></item><item><title>Dunk&amp;Henry</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://dunkdonavein.tumblr.com/post/24147245002/dunk-henry"&gt;dunkdonavein&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- Vamos dar uma volta pelo convés, Henry.&lt;/strong&gt; - Digo, com o tom de voz seco. Me viro bruscamente e começo a andar. Não me volto para verificar se ele viria atrás de mim, eu tinha certeza que Henry o faria. Era um dos meus homens mais leais, ou pelo menos… quase. Subo as escadas que vão até o convés e somente pelo meu olhar todos os que estão ali já sabem que devem se retirar imediatamente. Dou um aceno de cabeça meio que em agradecimento e ainda de costas para Henry, vou até a borda do navio e me encosto. - Você tem trinta segundos, meu caro. Consigo ouvir o pobre marujo engolindo em seco. Finalmente, me viro para ele, minhas mãos fechadas em punho, toda a raiva que sentira a tarde voltando à tona. Estreito os olhos. &lt;strong&gt;- Porque você se encontrou com Pompeia hoje? É bom que você tenha uma boa resposta para isso ou…&lt;em&gt; -&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Meus olhos vão sugestivamente até a prancha e depois volto a fitá-lo. Não faço questão de manter o tom de voz baixo e começo a perceber uma pequena aglomeração acontecendo no andar debaixo para o navio. Todos ali adoravam uma boa briga, eu sabia disso. Se envolvia o capitão e uma de suas mulheres, melhor ainda, a coisa virava praticamente um espetáculo para eles. Mas para mim… Era uma traição. E se há algo no mundo que eu odeio mais do que Vancova, com certeza é uma traição. Pobre Henry.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Segui Dunk, subindo para o convés. A tripulação toda parecia desperta e atenta ao que estava acontecendo. Eu era um traidor e todos - ou pelo menos a maioria - divertia-se com a ideia de me ver expulso, afinal, eram piratas e gostavam de qualquer tipo de violência. Suspirei e escutei as perguntas, tomando cuidado com o que ia responder. O vento frio cortava minha pele e deixava meus sentidos ainda mais despertos. Dei de ombros. Estava ciente de que, a qualquer sinal de traição, Dunk não hesitaria em forçar-me a caminhar pela prancha e me jogar aos tubarões. Tornei a engolir seco e fitei os olhos do Donavein. Não iria mentir. - Estávamos conversando, capitão. - Voltei a suspirar e dei um passo a frente. - Eu a conheci antes de me juntar a tripulação. Logo depois que eu soube&amp;#8230; - Arqueei as sobrancelhas e deixei subtendido o que queria dizer. - Nunca mais sequer conversei com ela, Capitão. - Virei-me e fitei os marujos atentos que nos encaravam avidamente, sem sequer esconder sua desprezível curiosidade. Senti uma raiva estupida tomar conta de mim. Aqueles homens deveriam estar tristes, afinal, eu era  legal. Ou pelo menos achava isso. Fitei-os com uma carranca mau-humorada e voltei minha atenção para Dunk. Minha unica alternativa era esperar que ele acreditasse em mim. Ou que tivesse misericórdia. &lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24150694352</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24150694352</guid><pubDate>Thu, 31 May 2012 17:41:09 -0400</pubDate></item><item><title>Dunk&amp;Henry</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://dunkdonavein.tumblr.com/post/24105257281/dunk-henry"&gt;dunkdonavein&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O navio havia sido ancorado há poucos dias. Três, no máximo. E a nossa intenção era que saíssemos em alto mar muito em breve novamente. Sem enrolações dessas vez.&lt;br/&gt; Perambulei pela cidadezinha chata o dia inteiro recrutando mais pessoas para a tripulação, cobrando umas, ameaçando outras, bebendo. &lt;br/&gt; Voltava para o navio no fim da tarde quando vi uma cena um tanto intrigante. Henry ao lado de Pompeia. Ergui as sobrancelhas e fechei os punhos automaticamente enquanto observava. Filho da puta. Alguém definitivamente teria de se explicar mais tarde. Bufei, com raiva. Nenhum homem que se prezasse dentro da minha tripulação se meteria com uma mulher minha - ou que pelo menos já me pertencera. E Pompeia, ainda por cima… Uma das mais especiais. Era bom que ele tivesse uma bela desculpa… Ou então eu não me responsabilizaria por nada que viesse a fazer posteriormente. Cheguei ao navio e disse para o primeiro que encontrei: &lt;br/&gt; - Você vai mandar me chamar assim que Henry pisar nesse chão. Fui claro? - O tripulante apenas acenou com a cabeça antes que eu saísse para resolver outras coisas.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Tentara evitar Pompeia ao máximo possível, agora que sabia de sua relação com Dunk. A verdade era que já estivera com ela antes, nada muito sério, porém. Apenas alguns beijos na praia e nada mais. Logo depois de ter descoberto o envolvimento da camponesa com meu Capitão, passei a evitar o assunto ou qualquer coisa relacionada à mulher. Aquela tarde, todavia, encontrara-a na praia - ou melhor, ela havia me achado. - e conversamos, apenas. A ideia de trair a confiança de Dunk era desconfortavel, por isso, logo depois de alguns minutos de conversa, arranjei uma desculpa qualquer para deixar sua companhia e fui à um bar qualquer, encontrar algum marujo conhecido que me pagasse uma bebida. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando ao navio, já de noite, roubei algumas moedas de um jovem nobre bêbado que passava, para garantir a bebida da noite seguinte. Coloquei os pés no convés e me dirigi a uma corda que jazia no chão, cheia de nós. Dunk havia recrutado alguns novos marujos para a tripulação, alguns, porém, não sabiam muito bem ainda como lidar com as cordas. Comecei a desfazer os nós errados e a refaze-los quando escutei som de passos no convés. Levantei os olhos e fitei Dunk. Seu olhar era frio e repreendedor. Engoli seco. Pus-me de pé e fiz um leve aceno com a cabeça. - Capitão. - Disse, sem desviar meus olhos dos seus. - Algum assunto que queira tratar comigo? - Tudo passava por minha cabeça. As noites que passara com Lopie e Tyra. Os beijos com Pompeia. Meu estômago revirou. Dunk havia descoberto algo. &lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/24107250256</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/24107250256</guid><pubDate>Wed, 30 May 2012 22:55:52 -0400</pubDate></item><item><title>After a long time .:@Ponry:.</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://vanspompeia.tumblr.com/post/23177182052/after-a-long-time-ponry"&gt;vanspompeia&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;- Podia estar fazendo o que uma camponesa qualquer faz, mas eu pareço uma camponesa qualquer? - o fitei arqueando as sobramcelhas como havia feito comigo - Tanto quanto você é um pirata honrável. As coisas mudaram querido Henry - respirei fundo - já não sou mais aquela camponesa que corria atrás de Dunk com a esperança de que um dia ele realmente me amasse e que podiamos criar uma família juntos, depois que ele disse que não queria mais nada comigo e sim com o mar, por favor, eu tive que mudar de personalidade - deitei na areia, enchendo os meus cabelos, mas na verdade não ligando - Me levaram a minha irmã, o meu ex-amante e estão querendo saquear meu melhor amigo, o que resta a mim? Quer apostar quanto que logo estarei num bordel? - &lt;em&gt;Não, &lt;/em&gt;pensei, &lt;em&gt;nem tanto&lt;/em&gt;, mas Henry não precisava saber de minhas decisões.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Soltei uma risada. Sabia que a mulher não teria coragem o suficiente para entrar no bordel, porém, decidi não colocar meus pensamentos em voz alta. - Então o bordel será sortudo. - Dei um meio sorriso. - Seu querido pirata abandonou-me no porto, bêbado e sem ter para onde ir até que voltasse do mar, daqui há algumas semanas. - Dei de ombros e fitei o céu azul, tapando os olhos do sol e observando uma ilha ao longe. - Você não deveria ter esperado muito de Dunk, ele é um pirata, assim como eu. Não deve-se esperar nada de piratas. - Virei-me para fitar a mulher, que, por hora, estava deitada. - Quem era sua irmã? &lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/23177818705</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/23177818705</guid><pubDate>Wed, 16 May 2012 15:40:00 -0400</pubDate></item><item><title>After a long time .:@Ponry:.</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://vanspompeia.tumblr.com/post/23173752438/after-a-long-time-ponry"&gt;vanspompeia&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Eu estava largada no sofá de minha casa. Já tinha parado de derramar lágrimas com a partida de Dunk. Era melhor eu esquecer isso logo e ir procurar algo para fazer. Levantei, ajeitei a saia do vestido e sai. O Sol praticamente me cegou, fazia tempo que eu estava em casa, nem para visitar Brendon eu saia. Fui até o cais e olhei para o mar, restava apenas o navio de Katherine. Fazia um bom tempo que eu não a via também, devia estar muito ocupada comemorando sua vitória. Foi quando desci até a praia que o enxerguei. Henry. Eu já tinha tido um caso com ele, pelo que me lembrava, já ele, com certeza não. Fui em sua direção e me sentei ao seu lado na areia - Boa tarde, o que um pirata está fazendo relaxando a essas horas? Ele não devia estar no convés trablhando? - eu sorri ao fazer a pergunta, ele olhar pra mim e me reconhecer.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Acontecia que havia passado muito tempo pensando em Penélope e me cansado. Jazia na praia, com meus cruéis olhos fixados no mar. Suspirei e toquei na areia. Naquela manhã, Dunk havia partido e me deixado no porto, deitado bebado sobre uns barris. Estava bravo pois eu fizera muita algazarra e, por isso, fora sem mim. Não tinha me expulsado da tripulação, graças aos Sete Mares. Dei de ombros e ajeitei-me, preparando-me para levantar e roubar algumas casas. Tinha dinheiro para um ou dois pares de bebidas, mas não seria o suficiente por muito tempo. Foi quando escutei uma voz soar e fitei a menina que se sentava ao meu lado. Soltei uma risada. - Um pirata honravel estaria, provavelmente, com a cara enfiada no convés, esfregando-o até deixa-lo brilhante para o capitão. - Sorri e arqueei uma de minhas sobrancelhas. - Pareço um pirata honrado para você? - A mulher era Pompeia. Lembrava-me vagamente dela e uma noite a qual passáramos juntos. Lembrava-me claramente, porém, de que a camponesa era uma das mulheres de Dunk e isso, infelizmente, impedia-me de voltar a corteja-la. Soltei outro sorriso. - E você? Não deveria estar fazendo coisas de camponeses? - Dei de ombros e ri. - Seja lá o que voces fazem.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/23176555327</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/23176555327</guid><pubDate>Wed, 16 May 2012 15:16:00 -0400</pubDate></item><item><title>@Lenry</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://lopie-lefevre.tumblr.com/post/20322761268/lenry"&gt;lopie-lefevre&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Riscos eu já havia assumido quase todos. Desde quando eu havia admitido para ele que, sim, eu gostava dele. Desde quando ele havia entregado-me o anel na noite em que nos conhecemos. E agora quando soltei as palavras que estavam entaladas em minha garganta desde quando ele saíra da cabine naquele noite. Eu nunca o entregaria para ninguém que o fizesse mal. Olhei para o anel o qual eu ainda não tinha tirado do dedo, parecia tão estupido da minha parte continuar com aquilo ali, mas eu gostava dele e mesmo que eu não quisesse admitir, me fazia lembrar do maldito que confundia meus pensamentos.  - Eu já os assumi há muito tempo, Henry. - Falei, dando a ele um meio sorriso e obrigando-me a encarar seus olhos. O pensamento terrível de que eu estava me entregando de uma forma tão fácil voltou. E que talvez Henry Scarr, na primeira oportunidade, jogaria-me em uma prancha e provavelmente me espetaria na costa com uma espada super afiada capaz de perfurar meu corpo inteiro até eu cair no mar e ser devorada por tubarões famintos. Mas, já era tarde demais. - E você? Está disposto a assumir os riscos? - Perguntei, tentando ao máximo não desviar o olhar. Ele hesitou. Sabia que sua mente tentava entender o que estava se passando e o quanto ele estava confuso, tentando escolher entre sua vida e me entregar para seu capitão. - Henr… - Ele não deixou que eu terminasse, apenas segurou meu rosto com força e selou nossos lábios. Não esperava essa reação, não sabia o que significava e posso admitir que me assustou um pouco, mas acabei por me deixar levar pelo toque bruto e selvagem de seus lábios nos meus. Aos poucos, nosso beijo foi transformando-se em algo mais quente e não iria demorar muito para depois, nós dois estarmos deitados ali mesmo, mas a pergunta ainda estava gritando e fazendo eco na minha cabeça. Separei-me lentamente dele, fazendo todo o esforço do mundo pois não tinha algo mais difícil do que me desvencilhar dos toques fervorosos de Henry. - Eu preciso que você me responda. Isso foi um sim ou não? - Perguntei, desta vez, não deixando que seus olhos se desviassem do meu. Eu queria ler cada pedaço de verdade e mentira em sua resposta. &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Semicerrei os olhos. Não sabia se ela queria a verdade ou não. Não sabia, também, o quão real eram as palavras de Penélope. Estava perdido, como sempre. Assumiria ou não os riscos? Estava disposto? Eu, quem sempre fora egocentrico, não sabia. Minha resposta natural seria um &amp;#8220;obviamente não, nunca me arriscaria por uma coisa dessas&amp;#8221;, porém, eu já não sabia. Umedeci meus lábios, ainda pensando. Iria falar a verdade à Penélope. A pirata merecia ao menos isso. Aproximei-me dela, roçando de leve meus lábios por sua bochecha, traçando uma trilha ao pé de sua orelha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Eu gosto de você. - Sussurrei. - Porém não sei até onde eu posso assumir os riscos. - Afastei-me, sentindo a garganta fechar ao pronunciar as palavras. Eu realmente não sabia, estava confuso. Sempre estivera. Fitando a garota, murmurei: - Desculpe-me, Penélope.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Afastei-me, então, deixando-a ali, sozinha do beco. Não olhei para trás. Não podia olhar. Fiz caminho à praia, que ficava um tanto distante. A longa caminhada pareceu durar horas enquanto eu me perdia em pesamentos. Por fim pude colocar meus pés na areia e sentir o cheiro do mar. Cheiro de casa. Casa que tanto amava. Deixei, então, que o som das ondas me embalassem, enquanto eu deitava sobre a fina e clara areia, fitando o céu estrelado. Naquela noite, eu não pude dormir.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/21275324259</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/21275324259</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 13:59:26 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m1w1ycTJse1qcdrybo1_500.gif"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/20856823100</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/20856823100</guid><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 16:09:06 -0400</pubDate><category>pics</category></item><item><title>@Lenry</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://lopie-lefevre.tumblr.com/post/20264614169/lenry"&gt;lopie-lefevre&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;O quão cego e teimoso Henry Scarr poderia ser? Era a pergunta que se destacava na minha mente. Claro que outras como “Será que irei morrer? Será que Voncova vai me deixar escapar? E Henry? Dunk o mataria também?” também estavam me atormentando, mas para estas eu já tinha as respostas na ponta da língua e não eram nadas agradáveis. Era inacreditável que mesmo depois de tudo que lhe disse ele não acreditasse em mim, tão típico dele. Eu nunca fora uma pessoa de falar sobre meus sentimentos, isso sempre fora babaquice para mim. Mas parecia-me que agora eu era a vítima deles. - Henry. Você sabe que… - Comecei a dizer, o tom de voz baixo, com uma incerteza imensa crescendo no meu peito. A coisa mais difícil que faria, escolher entre Henry e minha tripulação. Como falaria para ele que não o entregaria para Voncova se nem eu mesma tinha certeza se faria isto? Eu havia dado duro para chegar onde estava. Minha mente estava tão confusa. Suspirei e disse por fim. - Não te entregarei para Voncova. - Sabia que ao falar isso, tinha entregado a ele todas as chances para me matar, para ele me entregar a Dunk. Henry Scarr agora sabia que meu ponto fraco era ele mesmo. Senti-me suja por trair Katherine e os outros marujos daquele jeito, eu que sempre me disse tão fiel, que sempre jurei fazer de tudo para o bem da tripulação, estava traindo a mesma do pior jeito possível. Era duro até de pensar naquilo. Horrível ter que admitir que um sentimento tão banal e subestimado por mim havia me atingido da pior forma possível. Era uma merda que eu estava traindo a tripulação que me acolheu por um mero caso, mas eu sabia que no fundo não era apenas um romance passageiro. Não para mim. Não estava encarando Henry, não queria olhá-lo nos olhos agora. Aqueles malditos olhos negros que me intimidavam tanto. - Eu sou tão fraca. - Murmurei, tão baixo que nem sei se ele pode ouvir. Havia me tornado o tipo de pessoa que sempre desprezei. Boba. Fraca. &lt;em&gt;Apaixonada&lt;/em&gt;. Completamente desprezível e inútil. Onde estava o meu eu antigo? Havia se perdido por causa de um par de olhos negros e fundos. Parabéns, Penélope, você está acabada. &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Suspirei. A respiração parecia cada vez mais pesada em meu peito. Meus dedos pálidos fecharam-se em um punho. Não sabia mais o que pensar. Olhei de soslaio a garota. Suspirei novamente. Minha cabeça estava mais confusa do que nunca, porém, em meu âmago, sentia vontade de reconfortar Penélope. Sentei-me ao seu lado e fitei-a. Era difícil para mim encara-la abertamente, porém era a única coisa que me restava a fazer: sentar e conversar. Precisávamos resolver aquilo. Precisávamos naquele momento. Observei a mulher, que parecia refletir sobre alguma coisa. Dei de ombros. A distancia entre nós era considerável, afinal, eu não sabia mais se éramos íntimos um do outro. Talvez toda aquela baboseira estivesse nos afastando. Talvez não, talvez fosse apenas paranoia minha. Voltei a dar de ombros, desviando meu olhar para o chão sem dizer nada. Me sentia covarde. Um covarde sujo e desprezível. Fechei os olhos e suspirei novamente. Mordi meu lábio inferior, contendo as perguntas em minha mente. Tinha que pensar sobre tudo antes de poder pronunciar algo sem me arrepender. - Você sabe que não vai demorar muito até a noticia de dois marujos de navios inimigos brigando na porta de um bordel por&amp;#8230; - Hesitei. - Ciumes, talvez? - Minha voz soou rouca em meus ouvidos. Pigarreei, continuando. - O que você quer fazer, Penélope? - Coloquei minha mão em seu queixo, segurando-o levemente e fazendo com que a mulher se virasse para mim. - Você quer assumir os riscos? - Perguntei, com a respiração presa em meu peito, enquanto ansiava por uma resposta.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/20299076055</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/20299076055</guid><pubDate>Sun, 01 Apr 2012 14:38:17 -0400</pubDate></item><item><title>@Lenry</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://lopie-lefevre.tumblr.com/post/18624656569/lenry"&gt;lopie-lefevre&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://the-queen-annes-revenge.tumblr.com/post/18329945713/lenry"&gt;the-queen-annes-revenge&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Escutei a voz de Penélope gritando meu nome. Parei&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;ainda de costas para a mulher. O que mais ela queria ouvir? Queria ouvir que eu a odiava? Quantas mentiras mais eu teria de contar? Virei-me em sua direçao. Senti o tapa atingir meu rosto antes mesmo de distinguir quem o dava. Pessoas na rua olhavam e cochichavam. Merda merda merda merda, aquilo não era nada bom. Lágrimas desciam dos olhos de Lefevre, cruzando seu rosto. Senti uma raiva formar-se em mim. Raiva de mim mesmo. Fitei-a como se fosse uma criança fazendo escandalo, enquanto me batia e gritava. Eu queria falar com ela, explicar-lhe tudo. Queria acalma-la. Mas não podia ali, com toda aquela gente olhando. Penélope ainda gritava e batia em meu peito. - Lefevre. - Disse, porém ela não parou. - Lefreve. - Disse um pouco mais alto. - Lefreve! - Gritei, contudo a mulher se quer me olhou. Coloquei minhas mãos em seus ombros e a sacudi. - Escute, caralho! - As pessoas paravam seus deveres e nos encaravam, intrigadas. Era obvio que sabiam quem éramos. Era obvio que sabiam que não podíamos se quer nos falar. Eramos inimigos, afinal. Peguei o pulso de Lefreve e puxei-a para o beco mais próximo. Assim que coloquei meus pés onde ninguém mais podia nos ver, fitei a menina e liberei-a do aperto violento de minhas mãos. Ela ainda soluçava de leve. - O QUE ESTAVA PENSANDO, LEFEVRE? - Explodi. Senti minha voz falhar. Sentei-me no chão e passei as mãos pelos cabelos. Aquilo tudo era culpa minha. Tudo minha culpa. Tudo. - Merda, merda, merda. Por que eu sempre estrago tudo? - Murmurei para mim mesmo, cansado. Vire-me para Penélope. Senti uma raiva tomar conta de mim. Sabia o que iria acontecer agora. Iriamos morrer. Ambos. Levantei-me e chutei uns barris que haviam ali, liberando minha raiva, descontando-a em algo. Aproximei-me de Penélope e fitei-a com intensidade animal. Sabia o efeito que meus olhos negros causavam nas pessoas. - O que eu fiz foi por você. Você tem ideia disso? - Fechei os olhos. - Você tem ideia de que tudo que fiz, foi para protege-la? NÃO TEM, TEM? - Gritei. Sentei-me novamente no chão. Estava desesperado. Iriamos morrer, eu sabia. Sabia, sabia, sabia. Não queria morrer. Eu era um covarde. Não queria morrer como traidor. Não podia. Penélope não podia morrer. Eu daria minha vida para salva-la se pudesse. Senti uma agonia tomar conta de mim. Profunda, ela instalou-se em meu peito. Desde aquele momento eu soube, então. Deixei que as palavras saíssem de minha boca num sussurro. Já era hora de parar de mentir. Mentir para mim mesmo, para Lopie. - Acho que estou apaixonado por você.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Henry gritava, chutava os barris, estava completamente louco. Admito que fiquei um pouco assustada com as suas atitudes. Não pude deixar de sentir-me culpada, tinha certeza que se Voncova ou Dunk soubessem, estaríamos os dois mortos no dia seguinte. - Henry… - Falei com a voz um pouco baixa, em meio aos seus gritos ele não me ouviu. Scarr gritava coisas do tipo “Não posso deixá-la morrer, nós não podemos morrer”. Ele sentou-se, frustrado, passou as mãos pela cabeça e disse &lt;em&gt;“Acho que estou apaixonado por você”&lt;/em&gt;. As palavras dele ecoaram repetidamente em minha cabeça. Eu não esperava que ele fosse falar, eu queria que ele falasse. Eu queria saber, mas não esperava. Eu estava em estado de choque. Tudo o que ele falara tinha provocado sentimentos diversos em mim e eu não sabia o que fazer, estava completamente desnorteada. Por um lado, eu estava feliz em saber que eu não estava pagando de idiota e sentindo algo por ele que não era recíproco. Por outro, eu sabia que o que tinha feito antes e o fato de nós dois estarmos envolvidos poderia provocar a morte de ambos e que, se não nos matassem - o que era pouco provável -, estávamos metidos em grandes problemas. Em um gesto impensado, sentei ao seu lado. - Eu tenho certeza que estou apaixonada por você e isso é uma droga. - Murmurei, de cabeça abaixada. Desde quando eu me comportava daquela maneira? Talvez admitir que estava apaixonada por ele fosse um erro, mas eu não aguentava mais guardar aquilo pra mim e continuar mentindo. - De uma coisa sabemos… Vamos acabar morrendo. - Falei com um tom de brincadeira, tentando deixar o ar mais leve, mas não obtive muito sucesso. Ele dirigiu-me um olhar frio, suspirei. Levei minhas mãos até seu rosto, não me importando se ele iria reprovar o ato ou não, e o segurei com as duas, fazendo com que seus olhos negros se fixassem nos meus. - Escute, Henry. - comecei. - Você lembra o que me disse naquela noite na cabine? Que nós íamos dar um jeito. Eu também estou confusa, também não sei o que fazer, sei que temos chances de morrer, mas gritar, chutar os barris, espernear, não vai nos ajudar agora. - Terminei, não sabia se eu tinha passado segurança o suficiente para ele, nunca fora boa com aquelas coisas, porém, gritar não adiantaria nada naquele momento. &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Soltei um sorriso sarcástico enquanto Penélope falava. - Quem é que estava gritando e esperneando ali a pouco? Na frente de todos? - Senti as palavras saírem ríspidas por minha boca e me arrependi quase de imediato. Eu estava muito bravo, porém não podia apenas descontar em Lopie. A culpa não lhe pertencia totalmente, afinal. Tirei suas mãos de meu rosto, refletindo sobre sua frase: &amp;#8220;Você lembra o que me disse naquela noite na cabine? Que nós íamos dar um jeito.&amp;#8221;. Bom, de certo não havia jeito a ser dado agora. Levantei-me se súbito, em um pulo. Meu humor oscilante chegava a me espantar as vezes. A calmaria tomou conta de mim e eu deixei que outros sentimentos se afastassem lentamente de minha mente, escorregando para uma parte sombria de meus pensamentos. Uma parte na qual eu não ousava tocar. Suspirei profundo e pesadamente, a compreensão tomava conta de mim. Talvez fosse paranoia, mas aos meus olhos, não podia ser. Virei-me para Lefevre, que jazia sentada no chão e fitava-me. Perguntei-me qual era o plano dela, de que modo pretendia me entregar a Voncova. Todos sabiam, inclusive eu, que a capitã do outro navio pretendia atacar Dunk havia muito tempo, e sentia, cada vez mais intensamente, que a hora da guerra estava para começar. Perguntei-me se Lopie o sentia também, perguntei-me se tudo aquilo não passava de uma encenação, se ela não estava apenas me enganando com mentiras mal contadas. Suspirei e senti algo formar-se em minha garganta. Uma vontade louca de gritar assolou minhas cordas vocais. Mordi o lábio inferior, contendo o que quer que estivesse por vir. O gosto metálico do sangue invadiu minha boca quase de imediato e eu o engoli. Apenas agora notava que minhas mãos tremiam de raiva. Raiva de quem? Raiva de mim? De Lopie? Talvez Dunk ou Voncova, apenas por existirem. Eu me sentia como um traidor, como podia ter raiva de meu próprio capitão? Não podia. Sacudi a cabeça, livrando-me do pensamento. Eu era leal, não importa o que acontecesse. Eu era melhor do que qualquer traidorzinho. De súbito, lembrei-me de quem era. Era Henry Scarr, era o galanteador, o assassino, o ladrão. Não era o apaixonado. Não era quem amava as mulheres, as mulheres me amavam e eu jogava com elas. Meu tipo de jogo predileto, alias. Mas sentia-me fraco ao lado de Lefevre, era como se ela pudesse quebrar a barreira que eu construíra a muito em volta daquilo que chamam de coração. Eu não acreditava em amor, isso era certo. Porém, quando estava com Penélope, as coisas mudavam. Tudo começava a fazer o minimo de sentido, e isso não me agradava nem um pouco. Não sabia se ela notava o impasse que corria em minha mente. Acreditar ou não acreditar? Algo no fundo de meu ser queria realmente crer no fato de Lopie de me amar, mas em minha mente algo alertava-me. Passei as mãos pelos cabelos. - Não acredito em você. - Murmurei para a pirata, que já não estava mais sentada. Não acreditava, por mais que quisesse. Não podia. Não era como se fizesse sentido algum para mim. Suspirei, aturdido.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/19411753049</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/19411753049</guid><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 16:53:23 -0400</pubDate><category>penelope</category></item><item><title>tyra-fallon:

Olhei para ele, atônita. Meu queixo havia caído. Eu simplesmente não acreditava. Não...</title><description>&lt;p&gt;&lt;a class="tumblr_blog" href="http://tyra-fallon.tumblr.com/post/17975468216/a-pirates-life-for-me-tyra-fallon-a-pirates-life"&gt;tyra-fallon&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Olhei para ele, atônita. Meu queixo havia caído. Eu simplesmente não acreditava. Não podia acreditar. Ele não estava falando sério. Aquilo não era real. Nunca havia notado antes, mas a ideia de nunca mais vê-lo&amp;#8230; era insuportável. - Não. - Eu disse em um sussurro desesperado. - Você não pode fazer isso. - Falei, dessa vez em voz alta. Lancei meus braços ao seu redor, ignorando o quanto estava me humilhando. Aquele cara havia acabado de me dispensar, e eu o estava abraçando e dizendo que não ia aceitar. Quanta maturidade. Afundei meu rosto em sua camisa, aspirando o familiar cheiro de oceano e roupa lavada que ele tinha. - Por favor. - Pedi, minha voz em uma súplica chorosa e patética. O que eu estava fazendo? Por que eu me importava? Aquele homem era da tripulação inimiga, e não estava disposto a colocar a própria pele em risco para me ver. E mesmo assim, eu queria arriscar tudo simplesmente pelo prazer de sua companhia. O que havia de errado comigo afinal? Eu não podia ter&amp;#8230; &lt;em&gt;sentimentos&lt;/em&gt; por Henry. - Eu não vou aceitar isso, Scarr. - Disse-lhe, me afastando para olhar no interior de seus orbes negros. - Se você&amp;#8230; - Comecei, sem saber o que ia dizer a seguir. - Se você me deixar, eu conto ao Dunk. - Completei, finalmente. Se Katherine era rígida, não conseguia imaginar o pirata inimigo punindo nós dois com qualquer outra coisa que não a morte. Sabia que aquela ameaça envolvia riscos para ambos, e não me importava. Só o que eu queria era a promessa de que ele não faria aquilo comigo.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Envolvi Tyra com meus braços num gesto protetor, apertando-a contra meu corpo. Porém esta afastou-se e fitou-me com seus olhos azuis cor do mar. &amp;#8220;Eu não vou aceitar isso, Scarr. Se você&amp;#8230; Se você me deixar, eu conto ao Dunk.&amp;#8221;, ela disse em meio ao desespero. Mordi meus dentes e avancei em Fallon, empurrando-a contra parede e apoiando uma de minhas mãos na superfície de pedra gelada, bloqueando sua passagem. Pus meus olhos nos seus, encarando-a com tamanha intensidade que nem eu sabia que era capaz. Podia sentir seu hálito gelado batendo em minha pele. Não estava com raiva, tampouco bravo. Eu queria assustar a mulher para que não quisesse estar comigo, queria assusta-la tanto a ponto de não querer sequer dirigir-me uma palavra. - Eu não amo você, Tyra. Não estou apaixonado. Você foi uma diversão. - Por fim disse, com um toque falso de nojo na voz. - Conte ao Dunk, faça isso. - Afastei minha mão da parede, dando espaço para que a pirata saísse da proximidade de meu corpo. - Quem vai morrer é você, não eu. Assim que ele souber já estarei longe daqui, minha querida. - Dei de ombros e sorri torto, continuando a fita-la, esperando uma ação por sua parte.  Gostava dela e todo aquele teatro arrancava-me as entranhas por dentro, porém não podia correr o risco de vê-la morrer por minha culpa. Ela era valiosa demais para mim.&lt;/p&gt;</description><link>http://henryscarr.tumblr.com/post/18692074275</link><guid>http://henryscarr.tumblr.com/post/18692074275</guid><pubDate>Sat, 03 Mar 2012 18:54:35 -0500</pubDate><category>Tyra</category></item></channel></rss>
